No Ípsilon de hoje pergunta-se “Porque é que tanta gente se interessa pelos crimes escandinavos?” e depois anuncia-se que “Os romances policiais nórdicos já estão aí”. Ao longo do artigo, que absorvo de uma assentada, descrevem-se algumas das características de um policial nórdico, que sem dúvida o distinguem de um policial espanhol (fiquei fã de Montálban com Os Pássaros de Banguecoque) ou americano, e apontam-se nomes como Henning Mankell e outros que (ainda) não conheço. Falaram-se dos policiais islandeses, mas falharam o grande, para mim, Arnaldur Indridason.
Comecei a lê-los na Alemanha há uns 4 anos e revelaram ser o perfeito elixir da saúde mental em tempos de stress. Não dispenso e mantenho sempre um de reserva, não se vá dar o caso de ser preciso. O problema é que encontrá-los por cá tem sido como procurar uma agulha no palheiro, portanto não sei ainda como é ler Mankell em português.
A seguir ao livro que estou a ler no momento, conto começar a trilogia de que tanto de fala agora, Stieg Larsson e a sua heroína Lisbeth Salander. Vou gostar de certeza. E só vou ter pena de chegar ao terceiro.
Ter mudado de país e de várias casas no espaço de um ano não devia ter sido razão para deixar de viver ecologicamente (ou com os mínimos indispensáveis para não parecer uma criatura horrivelmente anti-ecológica). Já que já não fumo há 9 meses, também podia ter voltado a pôr a garrafinha de 0,5 L cheia de água no autoclismo. Mas o planeta ainda não morreu e, portanto, ainda vamos a tempo. A começar hoje.